Costuma dizer-se que não há pior cego do que aquele que não quer ver. Eu acho que não existe pior pobre do que o pobre de espirito. Últimamente e apesar de todo o esforço que impus para levar para a frente uma série de eventos de surf em Portugal nos últimos cinco anos, vejo-me confrontado com aqueles que tal e qual sanguessugas absorveram tudo o que podiam e ainda querem mais e mais e mais. Não me refiro obviamente aos surfistas.
Às vezes interrogo-me que tipo de vida terá esta gente que vem tão cheia de exigências e tão pouco para oferecer. Será que vivem assim tão bem? Será que este tachinho representa mais de 50% dos seus rendimentos? Será que quando vão de férias com as familias vão para hoteis de cinco estrelas? Será que tem um a vida de reis?
Estou mesmo a ficar cansado destes pobres...
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